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Actualizado às 1:09 AM, Dec 12, 2018

Hitman 2 - How to Hitman - #1

O HITMAN 2 é a sequela do videojogo internacionalmente aclamado, HITMAN. Com locais hiper-detalhados, completamente novos e ambientes vivos para explorar, o HITMAN 2 oferece aos jogadores a liberdade de planear o assassinato perfeito utilizando uma variedade de ferramentas, armas, disfarces e uma variedade de técnicas furtivas para desencadear a sua própria corrente de eventos.

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Battlefield V - novo trailer

No trailer “Battlefield V - A Devastação de Roterdão”, os fãs poderão descobrir uma versão nunca antes vista da II Guerra Mundial. O trailer mostra algumas das mecânicas de jogo neste novo mapa, que levará os jogadores a uma batalha intensa pelas ruas da cidade holandesa.

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God of War | Trailer "Flecha" | PS4

A complexa relação entre os dois protagonistas do novo God of War serve de mote para o extraordinário trailer cinemático “flecha” que, pela voz do ator Ricardo Carriço, antecipa os diversos desafios que Kratos e Atreus terão pela frente, nesta inesquecível aventura.

Cinco edições disponíveis em Portugal:

God of War chega a Portugal no próximo dia 20 de abril, e poderá ser adquirido na PlayStation®Store e pontos de venda habituais, e conta com cinco fantásticas edições, ligadas diretamente ao universo da mitologia nórdica e à narrativa do jogo:

Edição Standard, disponível apenas em formato físico (PVP recomendado 69,99 €): inclui versão em Blu-Ray.
Edição Digital Deluxe: disponível apenas em formato digital (PVP 69,99 €): inclui versão digital do jogo, para ser descarregada na PlayStation®Store, a banda desenhada digital da “Dark Horse”, o livro de arte digital da “Dark Horse”, o conjunto de armadura promessa da morte, o escudo guardião do exílio, um tema dinâmico de PS4™ e um DLC extra de reserva com 3 escudos para jogo.
Edição Day One, disponível em formato físico (PVP 69,99€) que inclui versão Blu-ray, um tema dinâmico de PS4™. e que, mediante reserva, incluirá um DLC com 2 escudos e um talismã da sorte eterna – Exclusivo Edição Day One, e um DLC extra de reserva com 3 escudos para jogo.
Edição Limitada, disponível apenas em formato físico (PVP recomendado 79,99 €): inclui versão Blu-Ray, com caixa metálica preta e prateada, com o símbolo dos irmãos Huldra, o livro de arte “Dark Horse” em formato físico, e três conteúdos digitais exclusivos: o set de armadura “Death’s Vow”, o escudo “Exile’s Guardian” e um tema dinâmico de PS4™. Quem efetuar a reserva desta edição receberá também um DLC extra de reserva com 3 escudos para jogo.
Edição Colecionador, disponível apenas em formato físico (PVP recomendado 149,99 €): inclui versão Blu-Ray com caixa metálica preta e prateada com o símbolo dos irmãos Huldra, todos os conteúdos digitais exclusivos incluídos na Edição Digital Deluxe, uma litografia exclusiva, um mapa de tecido Midgard, duas estátuas esculpidas dos irmãos Huldra e uma estátua espetacular de Kratos e Atreus de 23 cm desenhada pela Gentle Giant Ltd. Quem efetuar a reserva desta edição receberá também um DLC extra de reserva com 3 escudos para jogo.
O renascer de um semideus numa história cheia de mitos e magia

Desenvolvido pelo estúdio americano Santa Monica Studio (criadores de todos os títulos desta importante franquia), esta fantástica reinvenção de God of War, aproveita na perfeição a capacidade gráfica da PS4 e PS4 Pro, conseguindo reproduzir na perfeição os mais misteriosos bosques e as mais belas montanhas nórdicas. A narrativa do novo God of War centra-se na relação entre um protetor Kratos e o seu filho Ateus. Consciente do legado sombrio que poderá deixar ao seu filho, Kratos fará o possível para apagar os erros do passado em relação ao filho, enquanto enfrenta novos desafios, perigos, criaturas e deuses.

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Shadow of The Colossus | Uma tour pelos estúdios Bluepoint

A PlayStation® e a Bluepoint Games acabam de lançar um vídeo sobre o trabalho realizado pelo estúdio norte-americano na remasterização do mítico Shadow of the Colossus, o próximo lançamento exclusivo para a PlayStation®4, que chega às lojas portuguesas no dia 7 de fevereiro.

Marco Thrush, diretor do estúdio, Peter Dalton, diretor técnico, Randall Lowe, produtor e Marc Skelton, diretor de arte, explicam no vídeo o trabalho realizado e evolução feita ao longo dos seus remakes e remasterizações. Entre os vários títulos trabalhados, destacam-se God of War, Gravity Rush, Metal Gear Solid, Uncharted e a remasterização para a PlayStation®3 das obras de Fumito Ueda, Ico e Shadow of the Colossus.

Shadow of the Colossus coloca o jogador na pele de Wander, um jovem com a missão de enfrentar e derrotar 16 bestas para poder devolver a vida a uma misteriosa rapariga. Com o estúdio Bluepoint Games no comando, a beleza da aventura original de Fumito Ueda recebe grandes melhorias em termos visuais e de rendimento. Estas alterações fazem com que o jogador viva os momentos épicos do jogo da melhor maneira.

Fonte: Playstation

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Outlander - Sam Heughan

O desafio de dar corpo a Jamie Fraser não se afigurava fácil, uma vez que a personagem já tinha uma vida própria nos livros, mas Sam Heughan esteve à altura. Em Portugal o ator só marcou presença na sua versão em cartão, mas além-fronteiras disse de sua justiça o que podemos esperar dos próximos episódios de «Outlander».

Qual é o motor desta temporada?
É sobre amor e família. O Jamie finalmente tem as pessoas que ama perto de si, mas continua sem ter uma casa. Mas agora estão na Carolina do Norte, e ele percebe que é um local maravilhoso para começar uma nova vida. É uma oportunidade tremenda para o Jamie.

Conta-nos mais sobre isso.
É a primeira vez que vemos o Jamie e a Claire como família. Agora eles finalmente podem descansar e recarregar baterias. É muito bom ver uma amostra de como eles são como família. Sem spoilers, eles têm a oportunidade de experienciarem ser avós. Tornaram-se uma geração mais velha, a cuidar dos mais novos.

Então é um mar de rosas para o Jamie?
Nem por isso. Vendo de fora parece estar no controlo, mas continua um pouco perdido. Ele foi criado para ser dono de terras, mas teve de desistir das suas propriedades na Escócia e agora tem de encontrar uma casa na Carolina do Norte. Ele também cresceu com a ideia de ser o financiador, mas inicialmente na Carolina do Norte ele não tem como fazer isso. Mas como sabemos, ele acaba sempre de cabeça erguida.

Ele sente-se fora da zona de conforto na Carolina do Norte?
Não. A Carolina do Norte é surpreendentemente parecida com a Escócia. Fui lá e é realmente muito parecida. Há abetos Fraser por todo o lado, é por isso que os escoceses se instalaram lá originalmente. A paisagem à volta das Montanhas Blue Ridge é incrível. É uma região indomável e vasta.

Que outros desafios enfrenta o Jamie na Carolina da Norte?
Ele rapidamente se vê envolvido nas políticas do Novo Mundo. Desesperado para assentar, tem de alcançar um acordo com os ingleses, os seus maiores inimigos.

Mas o Jamie também tem de lidar com os nativos, certo?
Sim. Há um bom entendimento entre os escoceses e os nativos, pois têm os mesmos valores. Eles têm a mesma ligação à terra e ao mar e são guerreiros longe da sua terra. Temos momentos de partilha ao longo da temporada, há muitos momentos em que estes guerreiros revelam o seu respeito mútuo. Também integram e assimilam as culturas uns dos outros. É isso que é maravilhoso sobre a América, é um incrível ‘caldeirão’ de culturas.

Que outros pontos em comum têm os nativos e os escoceses?
Os rituais dos nativo-americanos são fascinantes, e têm certas parecenças com os rituais escoceses. Os nativos diziam o seu nome todas as manhãs de forma a chamar os seus antecessores. Os escoceses faziam o mesmo. Antes da batalha, eles apelariam à assistência dos seus antepassados.

Vislumbras diferentes facetas do Jamie nesta temporada?
Absolutamente. O que é intrigante este ano é que podemos ver todas as facetas do Jamie. Podemos ver o seu lado emocional, o intelectual e o físico. Mostramos o seu interior e tornamo-lo uma personagem da qual as pessoas gostam.

Qual consideras o maior desafio em «Outlander»?
A parte física, é uma série muito física. Em muitos dias, eu e a Caitriona estamos em condições extremas. Ou estamos a congelar e encharcados ou a ferver. É como correr uma ultra-maratona! Também temos de fazer tudo muito depressa. Temos apenas um dia para nos prepararmos para novos desafios, seja andar de cavalo, tratar da carne de um cervo ou aprender francês. É uma das vantagens de trabalhar nesta série, enfrentar sucessivamente novos desafios.

«Outlander» é bastante inflexível na sua representação da violência, não é?
Sim. Mostramos muita violência e violações porque eram usadas como arma na altura. A violência prevalecia naquele período, e ainda não nos afastámos disso. No entanto, claro, temos muito cuidado relativamente à forma como ilustramos isso. São as cenas mais difíceis de filmar, e são sempre discutidas em grande detalhe com os argumentistas e realizadores.

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Porque é que «Outlander» se tornou tão popular?
A série tem muitos fãs porque é sobre um amor duradouro entre duas personagens adoradas pela audiência, e com as quais fazem esta jornada. A localização também está sempre a mudar: podes estar em Paris num certo minuto e nas Caraíbas no seguinte. Nunca é o mesmo, as possibilidades não se esgotam. Há também muita intriga no facto de os espectadores saberem como a História vai afetar o seu destino.

O que pensas sobre os fãs dedicados de «Outlander»?
São óptimos. Estou maravilhado com o facto de eles ainda nos apoiarem, especialmente quando não estamos no ecrã há algum tempo e tivemos um longo “Droughtlander”. Pedimos desculpa. Demora tanto tempo a fazer, mas é uma série de grande dimensão. Tentamos manter as nossas localizações em segredo, mas os fãs encontram-nos sempre. Mas é brilhante que gostem mesmo do que nós estamos a fazer. É fantástico sermos tão bem recebidos pelo público e pela crítica. Temos muita sorte, já que as pessoas nos continuam a acompanhar ao fim de quatro anos.

Que impacto teve «Outlander» na tua vida?
A minha vida mudou completamente desde que entrei em «Outlander». É incrível como a série cresceu nos últimos quatro anos. O sucesso de «Outlander» aumentou o turismo, e também o próprio comércio local. Beneficiou realmente a Escócia.

Finalmente, vamos ver o Jamie de kilt esta temporada?
Está o kilt de volta? Consigo ver os títulos! Não posso revelar!

[Artigo publicado na Revista Metropolis nº 64 - Novembro 2018]

Jerry O´Connell - «Carter»

Disse “Conta Comigo” em 1986 e nunca mais largou a representação. Evoluiu e conquistou o seu espaço na TV com «Sliders - Heróis por Acaso» e «A Patologista», e regressou em força este ano com o papel principal de «Carter», que estreou em setembro no AXN, e uma passagem por «A Teoria do Big Bang». Em conversa exclusiva com a METROPOLIS, falou da série canadiana, da sua carreira... e até de uma ex-namorada portuguesa! 

O que o atrai nas comédias, e especialmente em «Carter»?
Bem, eu fiz uma série policial durante seis anos, «A Patologista», e quando li o argumento de «Carter»... A série brinca com todos os policiais, mesmo sendo uma série do mesmo género. Então, eu interpreto um tipo que é um ator numa série policial e, tendo que conta isso, ele acha que pode resolver crimes reais, e isso faz-me rir bastante. É como se tivéssemos pegado na fórmula de «Castle», na fórmula de «Psych - Agentes Especiais», na fórmula d’«O Mentalista» e a tornássemos ainda mais ‘louca’. Porque é um detetive da televisão, pelo que se aproxima de todas as séries que costumamos ver – e há ali uma fórmula, ele usa essa fórmula para o ajudar a resolver crimes, é hilariante! Se fores fã de mistério, é uma série muito divertida.

A tua personagem assenta, por assim dizer, num estereótipo. Onde foste buscar inspiração para interpretar o Carter?
Para dizer a verdade, não tive de fazer qualquer pesquisa, sabes, porque estamos a falar de um homem que é um ator numa série policial da TV... Só tive de olhar para o espelho. É muito divertido também porque o Carter é bem mais vaidoso do que eu, preocupa-se muito com o seu cabelo, com o seu aspecto, como está fisicamente, e é engraçado. Na vida real não sou assim tão vaidoso, mas percebo-o. Às vezes olho para fotografias minhas e pareço super velho, e gostaria que alguém tivesse usado um ‘filtro’ naquela foto. Então, percebo a sua vaidade e torna-se muito divertido interpretá-lo.

Trabalhar em «Carter» é tão divertido quanto parece?
Sim, passamos realmente um bom bocado, é muito divertido. Acho que essa é a chave para um bom programa de TV, acredito que temos de nos divertir uns com os outros e que as pessoas conseguem ver isso. Sou um grande fã de «Seinfeld» e apercebes-te de que o Jerry Seinfeld está quase a partir-se a rir em todas as cenas. E penso que era por isso que as pessoas estavam sempre em êxtase no seu lugar a assistir. Temos um pouco a mesma ‘vibe’ na nossa série.

Quais são as tuas expetativas relativamente a uma segunda temporada?
Acho que vai acontecer, acredito nisso e espero que se confirme.

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Qual acreditas que vai ser o rumo da série, em termos de história?
Não sei. Acredito que vai haver mais temas relacionados com o facto de ser um ator, acho que temos realmente de envolver-nos nisso. Dos zunzuns que tenho ouvido de uma eventual segunda temporada, vai ter mais a ver comigo a interpretar outras personagens e a tentar usar o meu talento para a representação para resolver crimes. Acho que vamos seguir por aí. Tivemos uma storyline maior para abordar, o facto de que a minha mãe desapareceu quando éramos crianças... Agora que tirámos o drama do caminho, é tempo de nos divertirmos um pouco.

«Carter» não é simplesmente uma comédia. Trata-se de um programa inteligente e híbrido, com personagens muito complexas. Concordas?
Sim... Não será tão louco como «A Guerra dos Tronos», não vamos ter um “Red Wedding” [episódio emblemático da série, com várias fatalidades]. Mas os nossos argumentistas são muito criativos, porque somos uma série policial, uma série de mistério: há um homicídio, vemos um corpo, conhecemos os suspeitos e descobrimos quem foi o responsável. É essa a nossa fórmula, mas durante todo o episódio estamos a ‘gozar’ com todas as séries policiais que já vimos. É realmente divertido para nós.

Alguma vez sentiste a necessidade, assim como o «Carter», de regressares às tuas origens? Começaste a tua carreira muito cedo...
Sim, de certa forma. Em todo o caso, estive no «Conta Comigo» (1986) quando era um miúdo, mas a minha principal experiência é em séries televisivas de uma hora por episódio. Fiz «Sliders - Heróis por Acaso» durante muitos anos, fiz «A Patologista» durante vários anos, e sinto-me mais confortável assim. É a minha zona de conforto, sem dúvida.

«Sliders - Heróis por Acaso», aproveitando o facto de teres mencionado a série, era sobre universos paralelos. Seguindo esta ideia, que escolha profissional fizeste e que foi tão importante que mudou a tua carreira para sempre?
Bem, acho que entrar naquele filme «Conta Comigo» (1986), quando era muito novo, foi algo muito importante. Ninguém estava à espera disso. Devo confessar-te que o meu pai me disse, quando fiz o filme, que nunca ia ser lançado. Então ainda estou bastante chocado por ter entrado no filme. Ontem estava a trabalhar em algo e o realizador só queria falar do «Conta Comigo» (1986), é maravilhoso quando fazes parte de um clássico, ainda não consigo acreditar nisso, não consigo acreditar que as pessoas ainda falam do filme hoje. Então diria que foi realmente o «Conta Comigo» (1986) que mudou tudo definitivamente.

Tinhas 12 anos nessa altura. Como é que te conseguiste manter tão ativo como ator durante tantos anos?
Não sei, não sei realmente. Fui para a universidade, frequentei a Universidade de Nova Iorque, frequentei o secundário depois do «Conta Comigo» (1986)... Acho que a educação, especialmente para os meus pais, foi sempre o principal objetivo e depois a representação surgia em segundo. É importante ter um bom suporte à nossa volta.

Falemos de «A Teoria do Big Bang», onde interpretaste o irmão do Sheldon (Jim Parsons). És o primeiro ator a interpretar uma personagem só depois de ela aparecer em «Young Sheldon». O trabalho do Montana Jordan influenciou-te de alguma maneira?
Sim, claro que sim. Eu copiei-o, assisti a todos os episódios de «Young Sheldon». Sabes, o que é engraçado é que as minhas filhas não conhecem «A Teoria do Big Bang», apenas o «Young Sheldon», pelo que eu estava a acompanhar o trabalho do Montana e ele é espectacular, todo o elenco da série é muito bom. Estava familiarizado com o trabalho dele e copiei os seus maneirismos e tudo. Era esse o meu trabalho, estava lá para fazer a rendição de um Montana Jordan mais velho, nem sequer um Georgie, aquela personagem em específico mais velha, e diverti-me muito a fazer isso. Ele é um miúdo espectacular, a família dele também, é um ator brilhante.

Muitas séries canceladas estão a regressar, como «Will & Grace» e «Murphy Brown». Trabalhaste em muitas séries ao longo dos anos: qual gostavas de ver recuperada para uma nova temporada?
Acho que «Sliders - Heróis por Acaso».

Porquê?
Não sei, diverti-me mesmo muito a fazê-la. E se estão a fazer um remake do «Alf», certamente podem fazer um remake de «Sliders - Heróis por Acaso».

Trabalhaste com o teu irmão Charlie nessa série...
Sim, sim!

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Gostavas de voltar a trabalhar com ele no futuro?
Sim, claro! Sabes, ele meio que se reformou da representação, é um pescador e trabalha em Long Island, pelo que está bastante ocupado. Talvez ele pendure os ganchos de pesca e venha representar comigo (risos)!

Também tens feito muita coisa como apresentador, como é o caso de «Play by Play». Sentes-te mais confortável nesse papel ou a interpretar outras personagens?
Hum... A apresentação foi algo em que envolvi aqui nos Estados Unidos no último par de anos. Apresentei um programa da manhã, que é muito popular aqui... Não sei, e é de loucos porque eu não sou nada uma ‘morning person’, mas estive a trabalhar da parte da manhã, foi muito divertido e fui competente. A verdade é que acho que, atualmente, gosto mais de representar. Quero mesmo muito voltar a filmar «Carter» e garantir que todos em Portugal podem assistir, e em todo o mundo, é essa a minha verdadeira paixão.

Vi que voltaste a fazer produção. É algo que gostasses de fazer mais?
O que acontece é que vais fincando mais velha, como eu, e eles dão-te mais responsabilidade. Fico tão chocado quanto tu quando vejo que sou produtor ou algo assim. Ainda me sinto como uma criança ali, mas acho que quando ficas velho e todos são mais novos do que tu, eles fazem de ti chefe, simplesmente acontece.

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Voltando a «Carter». Imaginas-te a realizar ou escrever um episódio da série?
Sabes, aquilo que é divertido é que nos lembramos de cenários em que poderíamos acabar envolvidos. A questão aqui é que estou em praticamente todas as cenas, pelo que é difícil fazer algo mais. Fico cansado, sou um pouco preguiçoso, e acabo de rastos ao fim do dia, não quero andar a realizar e ter de me engendrar o que vamos filmar no dia a seguir, então não quero realizar nada (risos). É simplesmente mais divertido ser ator. Sou demasiado preguiçoso para realizar, dá muito trabalho. Prefiro representar: tenho de parecer bonito, aparecer, é mais divertido, a única coisa que tenho de fazer é ir de vez em quando ao ginásio. É praticamente isso para um ator, quando és realizador não tens de ir (risos).

Quais foram os principais desafios na primeira temporada?
Não houve desafios complicados, foi mesmo super divertido, passámos um bom bocado. Não tenho razões de queixa, muito sinceramente, gostei mesmo. O maior desafio, com toda a sinceridade, é não rir nalgumas cenas. Tivemos uma cena em que estávamos a interrogar uma rapariga e ela está a usar aquela linguagem de adolescente, e eu estou a tentar traduzir e decifrar o que ela diz e não consigo. Fez-me rir muito. Acho que isso aconteceu sobretudo porque tenho duas filhas que usam ‘emojis’ a toda a hora e eu não faço ideia do que significam (risos).

As produções canadianas estão a tornar-se cada vez mais importantes. Isso também influenciou a tua decisão de participar em «Carter»?
Sim, e o Canadá é lindo. É maravilhoso filmar no Canadá, as pessoas são lindas, os cenários magníficos, tem uma espécie de look country e independentemente de onde estamos há sempre uma data de árvores à volta. Sou de Nova Iorque, nunca vi tanto verde, nunca. É um pano de fundo lindo, quase como outra personagem da nossa série.

É tudo, obrigada...
(Energicamente) Espera, ouve, tenho de deixar um ‘shout out’ à minha ex-namorada que vive em Lisboa, Ana Cristina Campos Seara de Oliveira [diz calmamente em português], ela é uma atriz em altas em Portugal. Diz-lhe que eu digo olá e parabéns pela carreira dela. Está numa data de programas portugueses, estou muito orgulhoso!

[Entrevista publicada na Revista Metropolis nº 63 - Outubro 2018]

Entrevista a Guillermo Del Toro - A forma da água

Guillermo del toro tem dedicado a vida a fábulas e criaturas fantásticas.

Desde o início da carreira com «Cronos» (1993) até «A Forma da Àgua» (2017), candidato a triunfar nos óscares deste ano, o trabalho do cineasta mexicano tem narrado histórias mágicas recheadas de magia e surpresa. Passado em plena Guerra Fria, o filme leva o espetador para o interior dum laboratório secreto do governo norte-americano onde acaba de chegar uma criatura anfíbia com poderes extraordinários. A sua relação com Elisa, uma empregada de limpeza muda, ameaçada pelo agente impiedoso Strickland e acarinhada pelo vizinho Giles vai levar a consequências trágicas. Filmado durante o outono de 2016 em Toronto, Canadá, o filme teve a sua primeira apresentação mundial no festival de Veneza do ano passado. Em plena rodagem, o realizador fala-nos sobre esta história de amor única.

Donde surgiu a ideia para este filme?

Nos anos 1990 pensei na ideia de fazer um romance dum romance com um anfíbio, como um filme de ficção científica. Era sobre exploradores que vão para a Amazónia. Ninguém ficou entusiasmado com a ideia e quis fazer o filme. Mas a ideia ficou na minha cabeça, pois um dos motivos principais das histórias de encantar é a história dum peixe que concede três desejos e um pescador ou a mulher dum pescador que deixa o peixe fugir. Queria fazer um filme sobre uma criatura anfíbia que transforma a vida de quem a salvar, duma forma mágica. Escrevi em parceria com o Daniel Krauss uma obra chamada Trollhunters e estávamos a tomar o pequeno almoço em Toronto quando preparava «Batalha do Pacífico» e ele disse-me, Sabes, tenho esta ideia sobre um governo esconder um segredo acerca duma criatura anfíbia, e uma empregada de limpeza construir uma relação de amizade com ela. Respondi-lhe, Compro-te essa ideia. Não digas mais nada. Não escrevas nada. Disse-lhe, faz uma sinopse e diz o preço. Ele assim o fez, comprei-lhe e garanti-lhe a co-autoria. Isso foi há 4 ou 5 anos atrás. Pensei-a como uma história de amor, comecei a escrevê-la e decidi que devia passar-se em 1962, que marca o fim do sonho americano. A guerra do Vietname está em curso, o Kennedy vai ser morto, todos pensam que o futuro vai ser grandioso. É o momento no qual acho que tudo começou a mudar e seria a altura ideal para algo primitivo e espiritualmente poderoso como a criatura aparecer. É também uma altura em que tipos como o Strickland são brutais, acho que isso ligava-se muito à atualidade.

A Forma da Água

É um filme de monstros, mas o monstro não é aquilo que pensamos ser.

Claro que sim. A ideia era, podemos contar a história da criatura duma outra forma? Uma imagem clássica é a do monstro a levar a miúda, o que, habitualmente é mau sinal. No final deste filme, quando a criatura leva a mulher, é belíssimo. Por isso a ideia era pegar nas convenções e dar-lhes um toque diferente. Normalmente, a personagem do Michael Shannon seria um herói. Um tipo bonito num fato elegante que trabalha para o Governo.

Como vê a odisseia de Elisa?

Para mim, ela nasceu num lugar onde não se sente integrada e a essência da história de amor e de encantar é que existem duas viagens que os heróis e as heroínas fazem nestas histórias mágicas: para se encontrarem - o seu lugar no mundo - ou encontrar o seu lugar num mundo alternativo onde possam viver. Nesses desafios pode caber em qualquer história de encantar alguma vez escrita. Elisa cumpre-os todos. É uma desalinhada e é, literalmente, invisível, a limpar casas de banho e apanhar o lixo, ninguém a vê. Ela torna-se muito forte e enfrenta uma figura muito poderosa. É muito corajosa, torna-se assim. E também, encontra o seu lugar no mundo e alguém que a respeite. Ela é muito bonita.

A forma da água - Elisa (Sally Hawkins)

E para uma personagem que nunca fala – ela é muda – tem a melhor fala do filme.

Estou mesmo a falar de amor e da forma de o compreender. Pensei, o momento em que te apaixonas não é o momento em que se trocam olhares, mas sim o momento em que se olham e tu existes. Acho que ela foi invisível durante toda a sua vida e de repente conhece a criatura e esta está feliz. Observa-a e não espera nada em troca. Apenas está feliz por olhar para ela. Muitos têm essa experiência com os seus cães e gatos. Mas aqui o sentimento é mais profundo dado o reconhecimento. Nas histórias de encantar o mais importante é o reconhecimento da nossa essência. Conhecer-nos a nós próprios é o mais importante nessa viagem. Foi um discurso que gostei muito de escrever porque é o que ela diz. E a essência do herói é alguém que diz, Não posso deixar que isto aconteça. Não têm a ver com não ter medo, é Não posso permitir isto, mesmo que não sobreviva. Há uma criança no meio da estrada e os carros não param de passar, vou morrer se a salvar, mas vou fazê-lo.

Como foram as cenas com a Sally e com o Doug?

Filmámos e ao 7ºtake já estava escuro. Os meus óculos estavam embaciados. Este foi um daqueles argumentos que quando terminei, estava a chorar. Emociono-me com facilidade. Aconteceu o mesmo com Labirinto de Fauno (2006) e «Nas Costas do Diabo» (2001). «Crimson Peak: A Colina Vermelha» (2015) para mim foi muito emotivo, porque tudo o que faço são histórias de encantar.

Como se desenvolveu o design da criatura?

Levou três anos a desenhá-la e a construí-la. Passei a maior parte do tempo a financiá-la. Gastei mais de 200 mil dólares na sua criação, do meu próprio bolso. Precisava dum ano de design antes da criatura ser feita. E depois foi moldada da forma tradicional, Tivemos três escultores a trabalhar de forma ininterrupta. E depois voltamos a pintá-la toda uma série de vezes. A forma como está agora leva-nos a parar de ver a criatura e começar a ver a personagem.

Falou-nos da atualidade da história. Isso pesou muito quando a escreveu?

Pensei nisso. Está desenhado para ser dessa forma. As histórias deste género surgem em tempos bem difíceis. Aparecem em momentos de fome, guerra e pestilência. Não foram escritas para crianças. São fontes de tradição oral. Falam de corrupção real ou reafirmação do poder do monarca. Cada uma das narrativas de encantar separase em duas categorias: uma que reafirma o poder instituído e a outra que o subverte. O mesmo se passa nos filmes de terror e nos de ficção científica. Se estivesse a fazer um filme de género de filme o herói seria o Strickland. Protagonista, bem vestido e com uma boa apresentação, elegante e capaz. E ele tem de controlar a criatura que está solta nos corredores do local onde está. Essa é a história habitual, sabe? Se adora monstros, quer contar a outra história. Fiz o «Hellboy» (2004), «Batalha do Pacífico» (2013) e construí sempre instalações de raiz, que são espetaculares, mas conto a história sempre do ponto de vista dos agentes. Agora quis contar a história da perspetiva das empregadas de limpeza, as que arrumam e limpam os locais onde esses funcionários trabalham.

O filme tem muitos momentos de humor.

Acho que isso está presente. Até o design tem humor. Algumas pessoas acham que as minhas histórias são dolorosas, mas o tom do filme são os atores. O diálogo e tudo isso. Sim, claro que isso também se percebe no look do filme e na cor e na fotografia: se a abordagem deste filme fosse com a mesma fotografia que utilizámos em «Crimson Peak: A Colina Vermelha» (2015), o humor evaporava. Se a abordares com um tipo de design super estilizado, como no filme «Doutor EstranhoAmor» (1964), o humor desaparece. Se o fizeres com algum realismo e toques de magia, é isso que quero.

Já disse que escreveu este argumento para os atores. Em relação a Michael Shannon: desde quando teve a certeza que ele era o ator ideal para o papel de Strickland?

Escrevi o argumento a pensar no Michael. Pensava mesmo que ele podia ser o Strickland, mas nunca falei com ele antes de iniciarmos o casting. Foi o primeiro ator que abordámos. Fui ter com ele mas ele disse-me que estava a acabar outro filme e depois ia fazer teatro. Que só iria ler o argumento daí a mês e meio. Apostei tudo que ele iria gostar do argumento. Nunca tens a certeza. Com o Richard Jenkins aconteceu o mesmo: não tinha a certeza se ele aceitaria participar neste tipo de filme mas depois lembrei-me que ele já tinha participado em filmes como «A Casa na Floresta» ou «A Desaparecida, o Aleijado e os Trogloditas». Pensei para mim: Vou arriscar.

Qual o significado da projeção de «Os Amores de Ruth» (1960) na sala de cinema durante o filme?

Toda a gente fala da criatura como sendo um deus. Quis muito ter uma história sobre uma mulher cheia de fé que fizesse uma transgressão, mas não quis citar nenhum dos clássicos bíblicos que todos conhecem. Acho que se torna chato quando citas coisas que todos conhecem. Torna-se meta. Não quis fazer isso, mas antes citar um filme bíblico pouco relevante.

Escreveu todas estas referências.

Levou nove meses. A última fase do argumento foi em 2014/15. A Fox Searchlight entrou no projeto em 2014 e eles sabiam tudo o que iria acontecer pois já tinha uma boa parte do guião. Tinha um esboço completo já pronto e disse-lhes, Quero uma lista de todos os filmes feitos pela Fox e as canções que posso utilizar pois não tenho dinheiro para pagar os direitos. Vi bons e maus filmes. Queria algo que não fosse popular. Posso escolher a Carmen Miranda, posso optar por «Os Amores de Ruth» (1960) e «Carnaval do Amor» (1958) pois a maioria nunca ouviu falar deles.

Os Escolhidos

«Os Escolhidos», aposta da D&D criações, é um projeto de série de televisão inspirado nas aventuras de super-heróis. Angélica, Madalena, David e Gabriel são 4 jovens com poderes especiais e um objetivo comum. Recusado pela Stopline, os seus criadores procuram novas formas de financiamento num mercado exíguo e dominado pelos gigantes norte-americanos do entretenimento. Conversámos com o Diego Martins e o David Pereira sobre a origem da série, as motivações, as expetativas em relação à sua viabilidade e ainda sobre a escolha do elenco principal. 

Como, quando e onde nasceu este projeto?
Diego: A ideia surgiu há cerca de um ano e meio enquanto conversava com o David, aliás, a maioria das nossas ideias surgem fora do ambiente de trabalho, em conversas casuais. Na altura eu já tinha falado com ele sobre a minha vontade de criar um argumento sobre um grupo de jovens, a minha ideia era algo semelhante aos livros d'Os Cinco. Mas depois de algum tempo a discutirmos várias ideias começou a fazer sentido para nós que eles tivessem super-poderes.

Porque tanto eu como o David somos fãs de histórias com super-heróis.
David: Isso e combater a falta de conteúdos deste género, no nosso país. Sabem que tanto Os Escolhidos, como qualquer projecto que tenhamos ou que venhamos a ter, advém de uma simbiose artística muito curiosa. Felizmente, além de grandes amigos, somos grandes colegas de trabalho. Criamos quase compulsivamente e sem nos dar conta. E este projecto em concreto, foi surgindo, como o Diego referiu.

Quais as motivações que estiveram na origem de «Os Escolhidos»? O que vos levou a apostar neste projeto?
Diego: Desde pequeno que sou fã das comics da Marvel e da DC, e cresci a ver desenhos animados, filmes e séries de super-heróis ou de pessoas com habilidades especiais, esse universo sempre me fascinou. Sempre me encantou a ideia de uma pessoa normal que, aparentemente não tem nenhuma hipótese de fazer a diferença no mundo mas, que de repente ganha poderes que alteram a sua vida por completo e que o obrigam a pensar se deve usar aqueles poderes para fazer o bem ou para o seu próprio proveito. Por isso sempre que nos reunimos para discutir algum assunto d'Os Escolhidos eu estou sempre ansioso e motivado.
No meu ponto de vista, Os Escolhidos deveriam ser uma aposta ganha. Séries juvenis sempre tiveram sucesso em Portugal e esta ainda tem o 'extra' dos jovens terem super-poderes, algo muito utilizado lá fora mas que aqui nunca foi feito. Os portugueses já estão a precisar de uma série ou de um filme com a temática dos super-poderes.

David: Apostamos muito na dúvida, na parte humana. Imaginem terem 20 e poucos anos e, do nada, acordam a conseguir mover objetos com a mente. Eu falo por mim, sair à rua para combater o crime não seria de todo a minha primeira opção. E esse lado humano é muito explorado nesta série.

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Como foi a escolha do elenco? Foi através de casting?
Diego: Não foi necessário casting. Nós estivemos numa escola de formação de actores durante três anos e pelo caminho fomos conhecendo actores com muita qualidade, entre colegas e professores. Por essa razão, quando começámos a desenvolver os personagens quase que em paralelo fomos também escolhendo o elenco. A Susana e a Catarina são um exemplo disso mesmo, foram nossas colegas e participámos em vários espectáculos de teatro juntos, por isso na altura de escolher as actrizes para a Angélica e para a Madalena, elas vieram logo ao nosso pensamento. Mas temos mais pessoas da escola, como por exemplo uma aluna mais nova do curso, a Vera Canhoto, e um antigo professor nosso, o Filipe Crawford, que já é um actor de renome, entre outros.

Quais são as vossas expetativas para o projeto?
David : Queremos avançar com a sua produção, seja como uma série ou até em filme. Quando lançámos o teaser d’Os Escolhidos no Youtube, foi em parte como estudo de mercado. Para mostrar que sim, há interesse em ver algo nosso (português), dentro deste género. E resultou, superou as nossas expectativas em termos de recetividade. As pessoas querem ver algo diferente, principalmente os jovens.

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A série foi recusada pela Stopline filmes? Que motivos foram apontados para essa decisão?
Diego: Isso é algo que nem nós sabemos responder. Durante o Verão tivemos uma reunião na Stopline com alguns responsáveis da produtora e foi-nos dito que o projecto era promissor. Mais tarde fomos contactados pela responsável do departamento de projectos que nos disse que a Stopline iria concorrer ao ICA com Os Escolhidos para o apoio à Escrita e Desenvolvimento de Obras Audiovisuais e Multimédia.
Esperámos até ao mês passado por novidades, até que entrámos em contacto com a pessoa responsável pelo nosso projecto e que nos disse que já não trabalhava na Stopline e que, Os Escolhidos nunca tinham chegado a concorrer ao ICA. Até hoje não recebemos mais notícias da Stopline.

David: Ui! Caríssimo colega, estás mesmo a contar tudo, que sinceridade...mas ainda bem, nós somos assim! Enfim, passamos bem com o “não”, esse é garantido e sabemos que esta não é uma jornada fácil. O que não gostamos é a falta de resposta. É que saímos todos a perder. Uma produtora nunca sabe o que temos para oferecer, nós ou qualquer jovem empreendedor. Podemos muito bem ter em mãos a próxima galinha dos ovos de ouro. O que, bem produzido, temos! Sabemos reconhecer o valor deste projecto.

Quais os planos para a série? Crowdfunding?
David: O Crowdfunding é uma das possibilidades. Procuramos um suporte financeiro, seja ele através do crowdfunding, de produtoras, ICA, parcerias com marcas, etc. Como a marca de roupa, BANA, que foi a nossa primeira parceria oficial e nos facultou roupa. Toda a ajuda que seja a favor deste projecto é bem-vinda.

Descreva-nos a série «Os Escolhidos» para que os nossos leitores a conheçam.
Diego: Os Escolhidos é uma série de drama e ficção científica que segue a jornada de 4 jovens com habilidades especiais, Angélica, Madalena, David e Gabriel que procuram respostas sobre a origem dos seus poderes.

Dumbo - trailer

Da Disney e do visionário realizador Tim Burton, a nova e extraordinária aventura de ação real DUMBO, desenvolve-se a partir do clássico e acarinhado conto, onde as diferenças são celebradas, a família é valorizada e os sonhos ganham asas.

No novo filme, DUMBO, um elefante recém-nascido, com as orelhas enormes faz dele motivo de piada, num circo já em declínio. Mas, Dumbo vai surpreender todos, quando descobrem que ele consegue voar.

O persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton) convence o dono do circo, Max Medici (Danny DeVito) a fazer do elefante voador de Medici uma estrela.

V.A. Vandevere recruta o elefante voador chamado Dumbo, para o seu mais recente parque de diversão, o Dreamland. Dumbo eleva-se para novos voos ao lado da encantadora e espetacular artista aérea, Colette Marchant (Eva Green).

Fonte:Disney

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Anna e o Apocalipse - trailer

Em Anna e o Apocalipse, um apocalipse zombie ameaça a pequena cidade de Little Haven – em pleno Natal – forçando Anna e os seus amigos a lutar, cantar e cortar para sobreviverem à crescente horda de mortos-vivos no seu encalce.

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O Ben Está de Volta - trailer

Ben Burns (Lucas Hedges), um jovem de 19 anos toxicodependente em tratamento, regressa inesperadamente a casa da sua família na manhã da Véspera de Natal. A sua mãe, Holly (Julia Roberts), está aliviada e recebe-o de braços abertos, mas teme o risco do seu filho ter uma recaída. Durante 24 turbulentas horas, novas verdades são reveladas, e o amor incondicional de uma mãe pelo seu filho é posto à prova, enquanto Holly tudo faz para manter Ben são e salvo.

Realizado por Peter Hedges, O BEN ESTÁ DE VOLTA é também protagonizado por Courtney B. Vance (“The People V. O.J. Simpson: American Crime Story”) e Kathryn Newton (Lady Bird).

Estreia a 27 de Dezembro

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Silvio e os Outros - trailer

Viveu no nosso imaginário pelo poder do seu império de Media, a sua ascensão meteórica e a capacidade de sobreviver a reveses políticos e a processos judiciais. Encarnou, durante vinte anos e após a queda do comunismo, o laboratório da Europa e o triunfo absoluto do modelo liberal.

Entre o declínio e a intimidade impossível, Silvio Berlusconi (Toni Servillo) simboliza uma era que se questiona, desesperada pelo seu vazio.

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