Page 24 - Revista Metropolis nº128
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Y RYLAND GRACE
O HAIL MAR Ryan Gosling começou a sua mas, não obstante, distintivas, meação ao Óscar. «Blade Runner
carreira ainda criança em pro-
como «Blue Valentine - Só Tu e
2049» (2017) leva-o a emergir na
ficção científica, protagonizando
gramas da Disney e, após várias
Eu» (2010), «Drive - Risco Duplo»
(2012). Experimentou vários
es, conseguiu a sua primeira
género, «Blade Runner - Perigo
JET participações em séries e film- (2011) ou «Como Um Trovão» a sequela de um filme de culto do
Iminente» (1982). Já em 2023,
géneros, como «Amor, Estúpido
grande oportunidade com «O
conseguiu roubar a cena num dos
e Louco» (2011), «Nos Idos de
Diário da Nossa Paixão» (2004),
O a mais marcante adaptação cin- Março» (2011) e «A Queda de principais filmes do ano, «Bar-
ematográfica de um romance de
bie», voltando a ser reconhecido
Wall Street» (2015).
PR Nicholas Sparks. Não demoraria pela Academia norte-americana,
muito para chegar a sua primei- A sua vertente musical voltou desta vez na categoria de Melhor
CIAL Ator Principal, por «Half Nelson quando surgiu a oportunidade de Como curiosidade, é a segunda
ra nomeação ao Óscar de Melhor
Ator Secundário.
a ser-lhe particularmente útil
protagonizar «La La Land: Melo-
- Encurralados» (2006). A sua
carreira estava definitivamente
vez que Ryan Gosling interpreta
dia de Amor» (2016), de Damien
ESPE lançada e o ator optou por escol- Chazelle, sendo que a sua en- um astronauta, após «O Primei-
volvente e comovente interpre-
ro Homem na Lua» (2018), sobre
has mais autorais, nem sempre
Neil Armstrong, num filme que,
tação lhe valeu a sua segunda no-
de grande projeção comercial,

